+Divinópolis promove ato público contra exploração sexual de crianças e adolescentes

Publicado em: 21 de Maio de 2014 Atualizado em: 8 de Janeiro de 2021

A caminhada contra a exploração sexual de crianças e adolescentes teve inicio na manhã desta quarta – feira (21) em frente à sede a Assistência Social do município.   O ato público percorreu algumas das principais ruas e avenidas do centro de Divinópolis e contou com alunos e professores das escolas municipais e estaduais, além do Conselho Tutelar, APAE e Polícia Militar.

  De acordo com a coordenadora do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, da Assistência Social Marileide Trabach, a caminhada tem a finalidade de conscientizar cada criança e adolescente sobre os abusos que são cometidos."Durante a semana realizamos várias palestras sobre o tema” -  ressaltou Marileide.   Autodefesa
Marileide Trabach falou também da participação dos alunos e o envolvimento com o assunto debatido, “a participação foi positiva, eles (alunos) abraçaram a causa, a partir desta caminhada, eles ficam mais atentos á esse tipo de coisa (exploração sexual). Acredito que esta caminhada preparou as crianças até mesmo para autodefesa” comemorou.   Trabach disse também que a Assistência Social do município tem uma sólida parceria com o Conselho Tutelar do município e a vitimas de abusos são assistidas pelo órgão.
  Presenças
Os vereadores Joelma Dias (DEM) e Valdivan da Silva (PT) foram às autoridades políticas que participarão do movimento, o ptista afirmou que o Poder Legislativo é parceiro das instituições que combate o crime de exploração sexual de crianças e adolescentes.   Após percorrer Ruas e Avenidas, o ato público foi encerrado no auditório do Centro de Convenções Senador João Ribeiro.  Esse é o segundo ato dessa natureza na administração do prefeito Padre Florisvane (PRP).    

A data

No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espírito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois,  carbonizado e os seus agressores,  jovens de classe média alta, nunca foram punidos. 

 

A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O  “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem.