+Repasses de janeiro do FPM sofrem queda de 20,15% em relação ao ano passado
Publicado em: 29 de Janeiro de 2016 Atualizado em: 8 de Janeiro de 2021
Será creditado nesta
sexta-feira, 29 de janeiro, nas contas das prefeituras brasileiras, o repasse
do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3.º decêndio do mês
de janeiro de 2016 que será de R$ R$ 2.478.432.304,46, já descontada a retenção
do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização
dos Profissionais da Educação (Fundeb). Em valores brutos, isto é, incluindo a
retenção do Fundo, o montante é de R$ 3.098.040.380,58.
Em relação ao repasse do FPM para os Municípios tocantinenses foi constatada queda na ordem de R$ 1.234.675,25, neste terceiro decêndio de janeiro de 2016, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Se compararmos com o segundo decêndio de janeiro de 2015, o valor atual caiu 2,78%, isso em termos brutos e reais.
Se somados os valores dos três decêndios e do repasse extra do presente mês, nominalmente, o fundo atingiu o montante de R$ 7,098 bilhões frente aos R$ 8,131 bilhões mesmo período de 2015. Isso representa uma queda nominal de 12,71% e uma queda real ainda mais expressiva: 20,15%. É importante ressaltar que a queda nominal do fundo é extremamente prejudicial aos gestores, pois reduz efetivamente o valor repassado aos Municípios já que apenas as prefeituras têm o ônus de lidar com a inflação.
Em relação ao repasse do FPM para os Municípios tocantinenses foi constatada queda na ordem de R$ 1.234.675,25, neste terceiro decêndio de janeiro de 2016, quando comparado ao mesmo período do ano passado. Se compararmos com o segundo decêndio de janeiro de 2015, o valor atual caiu 2,78%, isso em termos brutos e reais.
Se somados os valores dos três decêndios e do repasse extra do presente mês, nominalmente, o fundo atingiu o montante de R$ 7,098 bilhões frente aos R$ 8,131 bilhões mesmo período de 2015. Isso representa uma queda nominal de 12,71% e uma queda real ainda mais expressiva: 20,15%. É importante ressaltar que a queda nominal do fundo é extremamente prejudicial aos gestores, pois reduz efetivamente o valor repassado aos Municípios já que apenas as prefeituras têm o ônus de lidar com a inflação.